Andamos pelo mundo e,...?
Bastará?
Vivemos a vida numa vertigem, com sofreguidão.
Vivemos a vida sem lhe tomar o "sabor".
Vivemos a vida sem olhos de "ver".
Vivemos a vida sem a "palpar" com o coração, de sangue, de nervos, de solidariedade.
Vivemos a vida sem a "sentir", sem mergulharmos nela até ao fundo, bem fundo, ao doce, mas também ao amargo, ao belo e ao seu oposto.
Muitos de nós limita-se a respirar/vegetar.
Muitos de nós não tem atitude, força, querer, nem sabe o que isso é.
Muitos de nós não luta por ideais, sejam eles quais forem.
Viver em pleno é utopia.
Muitos de nós luta por uma sobrevivência o mais digna possível. Para estes a vida não passa de um fogo fátuo, algo que os consome sem os deixar viver.
Que vida é esta?!
arrasto-me por aí...
ResponderEliminarNão acredito!
ResponderEliminarPelo que conheço de ti não me parece que te incluas no grupo.
Uma coisa é viver.
ResponderEliminarOutra é ir sobrevivendo.
Há que procurar incessantemente a primeira.
BFDS
O dramático é quando não se encontra.
EliminarBom fim-de-semana.
Abraço
Não , não basta . . . temos que nos obrigar a ser Gente !
ResponderEliminarApreciei , sobretudo , as imagens do video .
Um bom fim de semana
Para que esta passagem por cá valha a pena, faça sentido.
EliminarTambém gostei muito, está muito bem conseguido.
Bom fim-de-semana.
Abraço
Já tentei dar a volta a esse tipo de vida...e parece que vou conseguindo!
ResponderEliminarPertinente a sua escolha e quanto à música...linda! Bj
Pelo que conheço de si atrevo-me a dizer que conseguiu, e de que maneira!
EliminarBeijinho.
O que vou escrever é polémico, mas assumo cada um das palavras.
ResponderEliminarMuitas vezes é mais fácil culpar tudo e todos pela nossa sobrevivência do que lutar para viver em pleno.
Abraço?
Não quererias dizer responsabilizar em vez de "culpar"? É que há pessoas que se consideram com direito a tudo sem nada fazer, mas não é apenas a esses que me refiro.
EliminarFalo daqueles que se acomodam, daqueles que se limitam simplesmente a passar, daqueles para quem tudo o que lhes passa à volta não interessa. Vivem num patamar intermédio, um patamar sem vasos comunicantes, um patamar que é apenas deles.
Não, estes passam, não vivem!
E aqui não se trata da mão que não se estende, trata-se da forma de estar/ver/sentir o mundo.
Abraço? Claro, e bem grande!
retalhos de vida em cada vida... por viver!
ResponderEliminarbeijo
Vidas perdidas, porque vazias.
EliminarBeijinho
Ora vamos lá tentar alinhavar 2 ou 3 ideias. A vida é coisa complexa e o Sr de la Palisse não diria melhor. Nem é para viver desta nem daquela maneira. É para cada viver “à sua maneira”. Uns interessam-se por isto, outros por aquilo e ainda outros nem por isto nem por aquilo. E ninguém pode/deve ser recriminado pelo modo como quer viver (na grande maioria dos casos o “querer viver” é condicionado pelo “poder viver”). O ser humano é vário e não pode haver “modelos de viver”. Uma pessoa “normal” fará de tudo na sua vida. O bem, o mal, o “vai andando”. Creio que nem era possível viver doutra maneira. Não simpatizo com as pessoas “sempre boas” como não simpatizo com as pessoas “sempre más”. Nem santos nem pecadores. Mas gosto dos santos pecadores, porque esses é que são Homens (e Mulheres, claro).
ResponderEliminarDisse alguma coisa de jeito? Nem por isso.
Abraço.
Pois é, caro PM, a questão está no que se entende por viver "à sua maneira". Cada um de nós não vive à sua maneira? O drama - para mim é quase disso que se trata! - é quando não se vive "à maneira" de coisa nenhuma, quando não há interesses por coisa nenhuma, quando não se olha para coisa nenhuma, quando não há preocupação por coisa nenhuma. Não se trata de modelos, mas de formas de estar.
EliminarVamos lá ver se me faço entender. Não se trata de bons e maus, não trata de santos (existem?) nem de pecadores (existem de certeza!), trata-se de pessoas que quase só se limitam a respirar, a manter viva a matéria. É pobre, é pouco, muito pouco.
Santos pecadores? É capaz o Sr. PM de me dar um exemplo, um só, de santos vs santos? Não encontra? Logo vi!
Para que conste.
O Sr. PM (ui, o que estas iniciais me ...? Irritam?!...) diz sempre coisas de jeito, entendido? Sim, porque tanto quanto me parece o caro PM pertence ao grupo daqueles que são gente por inteiro: santos, mas também pecadores.
Abraço.
Deus me livre, não me incluo nesse grupo.
ResponderEliminarMas incluo-me no grupo de quem é fã de Adriana Calcanhoto e sente essa canção.
Beijinho
Não incluis, não, sou disso testemunha! Incluis-te na inversa, ou seja, viver a vida em pleno, viver tudo por inteiro, viver sôfrega, quase à exaustão. É por aí, Nadine, é por aí!
EliminarBeijinho
Muita existência, pouco viver... sem dúvida!
ResponderEliminarUm beijinho amigo
Em síntese, é mesmo isso! Existir, apenas existir.
EliminarBeijinho, Amigo.
"Que vida é esta?!"
ResponderEliminarUma indagação que gera reflexões profundas e uma tomada de atitude apropriada. Viver não é apenas arrastar-se pela vida sem se comprometer, mas sim, saber lutar pelo que se quer, enfrentar tudo de cabeça erguida e atitudes positivas. Viver é ousar, é se atirar de corpo e alma, buscando o melhor de nós em cada atitude e oferecendo aos que nos rodeiam o nosso melhor.
Uma excelente postagem, não só na mensagem como também no vídeo.
Sorrisos e estrelas na tua semana,
Helena
(http://helena.blogs.sapo.pt)
Posturas que presencio e me fazem questionar, que me inquietam.
EliminarApetece-me resumir o que entendo por "viver por inteiro" nesta sua frase: "buscando o melhor de nós em cada atitude e oferecendo aos que nos rodeiam o nosso melhor". Se mais não se fizer façamos, pelo menos isso.
Abraço.