E coloca-se a primeira questão(?). Afinal, que sentimento é este?
Cantado desde sempre por poetas e trovadores, eis um sentimento mistério. Mistério porque perigoso. Pode ser uma bênção, ou o seu contrário.
Mas de que tipo de amor falamos? Amor de Mãe, o mais puro, o eterno?
Amor de pai?
Amor entre duas pessoas, independentemente do sexo?
Amor ao próximo? Amor à Natureza?
Amor...
Amor, amor, amor!
Tanto se fala de um sentimento que pode ser único, e que tão pouco se cumpre na sua autenticidade.
Ouçamos, pois, Edith Piaf, uma das Mulheres que melhor cantou o Amor.
Bom Domingo!
Falamos apenas de AMOR...uma palavra com um significado enorme...para quem consegue conjugar o verbo "amar" com prazer e orgulho!!!
ResponderEliminarBom domingo!!!
E verdade, e dignidade, e respeito!
EliminarBoa semana.:)
O Amor é tanto...
ResponderEliminarAbraço
Amor é tudo, se verdadeiro.
EliminarAbraço.
ResponderEliminarNão vou falar sobre este tema... porque me dói.
Um beijinho
Compreendo, Laura!
EliminarBeijinho amigo.
O amor? nem queiras saber...sente-o, vive-o e oiçamos a Edith Piaf.
ResponderEliminarBonito tema GL.
Beijinho
Ouçamos a Edith Piaf.
EliminarBeijinho.
O tema é tramado, porque o terreno é movediço. Claro que os sentimentos, que a palavra amor (ou amar) tenta traduzir, existem e há uma paleta riquissima deles.
ResponderEliminarA palavra amor (ou amar) é que está velha, gasta, desvalorizada, maltratada, a precisar de uma limpeza urgente nas letras que a compõem, que estão riscadas, com muita falta de tinta aqui e ali, enferrujadas (na altura era feitas de ferro, hoje já há em plástico sob a forma de "mori"). Não sei mesmo se é recuperável.
Ficam os sentimentos e esses estão sempre a brilhar.
(Não sei se me fiz entender).
A canção da Piaf fez-me lembrar uma coisa que se dizia sobre o Charles Aznavour (que foi "protegido" da Edith) e o amor, mas fica para outra ocasião.
Bjo.
Não posso estar mais de acordo. Utiliza-se a palavra amor sem qualquer espécie de critério. A palavra, em si, perdeu verdade, autenticidade.
EliminarÉ por aí o caminho, Carapauzito, pelos sentimentos. Esses, por vezes, nem necessitam de "baptismo". Sentem-se, vivem-se, partilham-se.
Aznavour e Piaf? Venha a história.
Boa semana.
Beijinho,
Não há amor. Há modos de amar, acho eu.
ResponderEliminarE porque assim será, cada um de nós procura encontrar no outro um modo que lhe seja semelhante. E aí residem todas as dificuldades...
Beijinho, GL
Nessa procura de semelhança não há uma certa morte do "eu"?
EliminarDaí falarmos de dificuldades que me parecem difíceis de ultrapassar. Quantos conseguirão vencer esses obstáculos, essas diferenças?
Beijinho.
Não creio que a morte do "eu" faça parte desse caminho de aproximações sucessivas que é o amor, mas acredito que aconteça em alguns casos.
EliminarEu diria mesmo que não é amor o que obriga um qualquer "eu" ao desaparecimento. Mas haverá quem ache que esse é um "dano colateral" aceitável.
Não são fáceis os equilíbrios...
beijo
Penso ser - e não querendo generaliza - difícil em algumas situações encontrar o tal equilibrio.
EliminarProblemática, a questão das relações!
Beijinho.
GL,
ResponderEliminarÉ tão difícil responder a estas perguntas. Mas Piaf sabe fazê-lo. :))
Beijinho.
Daí a sua pertinência.:))
EliminarBeijinho, Ana.
bolas, que este tema está muito 'intelectual'
ResponderEliminarBem, cá por mim, só sei que gosto da cantante, a Edith Piaf, gosto da canção e gosto do amor, pronto. beijinhos às duas.
Muitissimo!:)
EliminarOra aí está aquilo que se chama "gostos abrangentes". Muito bem!
Beijinho.
E porque sou do contra...
ResponderEliminarNão acho que o amor seja um mistério.
A maioria das pessoas não entende o verbo amar por egoísmo.
Abraço grande
Abraço grande
Pronto, alguma vez tinha que ser: concordo contigo!:))
EliminarMas que é lamentável que o egoismo se sobreponha ao amor, disso não duvido.
Abraço grande, Amigo.