Chegados que somos ao Outono, a Natureza convida-nos ao recolhimento, à paz, até a uma certa introspeção, resultante, talvez, da melancolia das suas cores.
Os tons quentes das folhas caídas. O tapete que formam e que tudo cobre.
O cheiro das castanhas assadas, as "quentes e boas" que o vendedor oferece, num convite irresistível.
Os tons quentes das folhas caídas. O tapete que formam e que tudo cobre.
O cheiro das castanhas assadas, as "quentes e boas" que o vendedor oferece, num convite irresistível.
Fonte, imagem e texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.
E é o Outuno do nosso contentamento. O que gosto desta estação!...
Fernando Botero deixa-nos um pouco das suas cores quentes, lindas.
Eis alguns, poucos, dados sobre o artista que elegi para "alegrar" este post.
Fernando Botero deixa-nos um pouco das suas cores quentes, lindas.
Eis alguns, poucos, dados sobre o artista que elegi para "alegrar" este post.
"Fernando Botero Angulo (Medellín, 19 de abril de 1932) é um artista figurativista colombiano, chamado por alguns de "Boterismo", o que lhe dá uma identidade inconfundível.
Suas obras destacam-se sobretudo por figuras rotundas, o que pode sugerir a estaticidade da humanidade.
Percebe-se a sua escultura como uma crítica social, especialmente no que diz respeito à ganância do ser humano.Conclusão: Fernando Botero foi um grande artista figurativista colombiano, que em todas as suas obras usava formas arredondadas. Percebe-se a sua escultura como uma critica social."
O terceiro parágrafo suscita-me algumas dúvidas: critica social visando a ganância humana?! Talvez, mas...?
Ora essa, quem sou eu?! Que se cheguem à frente os entendidos.
Ora essa, quem sou eu?! Que se cheguem à frente os entendidos.
VIVAM A BELEZA, A DOÇURA QUENTE DAS CORES, DO QUENTE NAS MÃOS, GENTILEZA DAS CASTANHAS ASSADAS, AS TAIS IRRESISTIVEIS.
VOTO DE BOM OUTONO PARA TODOS.
VOTO DE BOM OUTONO PARA TODOS.

Aprecio muito a obra de Botero.
ResponderEliminarÉ na sua pintura que Botero ( analisou e estudou os grandes mestres ) exprime mais claramente o rigor do seu traço.
Não é um pintor retratista, mas alguém que interpreta a sensualidade de forma muito pessoal ao exagerar até aos limites os volumes.
Quanto a mim, exprime-o com um são humor.
Um beijo e parabéns por teres trazido o Fernando Botero !
Numa linguagem simplista, apetece dizer que "primeiro estranha-se, depois entranha-se".
EliminarSabes do que gosto particularmente nele? Da cor! Cores quentes, fortes, que fazem um pandã perfeito com as formas.
Bom Domingo.
Beijinho, João.
Também concordo com esse aspecto que analisa.
EliminarEm Castelo Branco troveja...
Não aprecio o Outono
ResponderEliminarao contrário de Botero
Não?
EliminarMas o Outono é A estação, aquela que junta mistério com nostalgia numa amálgama perfeita.:))
O Outono só se faz sentir em Macau a partir de Novembro, a seguir ao Grande Prémio.
ResponderEliminarPor agora, não (houve dois dias chuvosos e cinzentos).
Fizeram um acordo, foi? :))
EliminarSó dois dias chuvosos e cinzentos? Mas que privilégios são esses?
Abraço.
A minha estação favorita, a estação das mais belas paisagens. As árvores já estão mesmo a pedir que eu lhes dedique algum tempo, enquanto fotógrafa. Talvez amanhã.
ResponderEliminarBeijinhos nossos.
E somos duas. :)
EliminarAs árvores esperam, mas não será por muito mais tempo. Daqui a pouco "adeus folhas". Ora faz favor de pegar na máquina e fazer umas fotografias lindas, pode ser? :))
Beijinhos para todos.
Há muita gente, talvez os mais antigos, que vê o Outono como a 'estação da morte'. Porque liga o caír da folha ao assunto. Nada de mais errado.
ResponderEliminarA ganância de que falou Botero estará ligada à sua habitual crítica social? Também não percebo grande coisa e por isso, o melhor é remeter-me ao silêncio e aproveitar o que de romântico tem o Outono.
Beijinho
GL, ainda não entrei no Outono, confesso, apesar do calendário me dizer que sim, que já é Outono, eu contrario e continuo a sentir-me muito bem com este calor próprio do Verão. E daqui não saio e daqui ninguém e tira.
ResponderEliminarQuanto a Botero e ao terceiro parágrafo, fiz uma leitura muito minha. Peguei na estaticidade que diz muito, juntei-lhe alguma ganância que diz ainda mais, e engordei, arredondei o resultado. Bom, se calhar não expliquei muito bem, se calhar não faz muito sentido, só que para mim faz :)
Ah, Maria, mas isso é porque este Outono tem sido atípico! As temperaturas que se fizeram sentir até há poucos dias atrás, não eram normais para a época.
EliminarA sua leitura de Botero tem cabimento, sem dúvida. Vejamos: ganância remete para amealhar, amealhar remete para gulodices, gulodices remete para doces, doces remete... Pois, é isso! :)
Abraço.
Bom dia, GL!
ResponderEliminarTambém gosto do Outono, dos seus tons quentes, das castanhas assadas.
Um Bom Outono, pleno de cores, também para si!
Beijinho e obrigada pelas visitas ao meu cantinho (estive uns dias em Lisboa).
Olá, Sandra!
EliminarE está tão ameno este início de Outono, tão maravilhoso no dourado do seu sol. Olhando-o, enquanto escrevo, vejo-o a cobrir parte da Ponte Vasco da Gama, o nosso tão amado rio, o arvoredo que, avisto, igualmente, da minha janela.
Magnifico, não só na beleza mas na paz que transmite.
Beijinho:)
Reconheço a beleza e nostalgia, associada a esta estação do ano... mas no entanto... prefiro viver numa eterna Primavera... pelo menos enquanto puder... como estado de alma... o que não me impede de apreciar a belíssima obra de Botero... ou umas belas castanhas assadas... com água pé... já agora...
ResponderEliminarBeijinho
Ana